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I Torneio do Trabalho de Masters – O relato

O grito ecoa forte: o time da ASTRESC é CAMPEÃO!
 


Abre o olho, Dunga! Isso que é seleção!

 
 
É só alegria e comemoração. Em participação do chamado IV Torneio do Trabalho, o Moleque Travesso consagrou-se campeão, destacando-se por sua invencibilidade. Na campanha imbatível, o time da ASTRESC sapecou os adversários, vencendo três das quatro partidas jogadas.


Kilian: Adversários, tremei!

 
 

É campeão único e invicto

Apesar de os organizadores denominarem o campeonato de IV Torneio do Trabalho, bem como até mesmo montarem um ranking com a pontuação em relação ao presente e aos anteriores eventos, na verdade, essa competição apresenta uma característica que a torna singular e diferenciada dos anos passados. Isso porque, no propalado IV Torneio do Trabalho a categoria foi definida como masters, ao contrário das outras disputas em que não havia a limitação de idade. Daí é que o campeonato do Torneio de Trabalho desse ano tem algo que os outros não detinham, isto é, uma regulamentação própria que o torna integrante de outra categoria, ou seja, é a primeira edição que a regulamentação da idade tem cunho primordial para a definição da participação dos atletas. Assim, tal característica lança o Torneio do Trabalho, categoria masters, como a primeira edição feita nesses moldes e, em tal direcionamento, o Moleque Travesso obteve o campeonato, invicto, e é, nessas circunstâncias, o único. De forma legítima, é o primeiro campeão, somando-se à qualidade invencível, do Torneio do Trabalho na categoria masters.


Dutra: Experiente e solidário nas assistências

 
 
Polêmica

É claro que para poucos a afirmação que o time da ASTRESC é o primeiro campeão – diga-se de passagem invicto – causará polêmica, insônia e ranger de dentes. Mas para os muitos, que têm uma inteligência mediana e o mínimo de bom senso, a conclusão chega de bate-pronto. Se houve a instituição de uma categoria nova, elementar que se trata de um campeonato inédito. Para os que já perderam a cabeleira com essa alegação, peço-lhes atenção e exemplifico. Se há uma organização de um campeonato em que anteriormente não existia um critério de idade e agora há, então este torneio se caracteriza pelo ineditismo. É como se jogasse um campeonato estadual, sem limitação de idade, e fosse criada uma copa de futebol júnior. São campeonatos diversos. Advogar em sentido contrário, é dizer que toda vez que a seleção brasileira ganhasse um torneio sub-20 já teria contado um título como campeão da Copa do Mundo. Risível. Portanto, aos esclarecidos, registra-se que a instituição da categoria masters foi um divisor de águas enquanto realidade do Torneio do Trabalho. Com efeito, existiram três Torneios do Trabalho sem limitação de idade e um com esse regramento. Assim, o Moleque Travesso é o único campeão daquele que deveria ter sido corretamente denominado I Torneio do Trabalho – Masters, ressaltando-se a sua invencibilidade, e o resto é conversa fiada de boteco que não vende fiado, aquele de chão de serragem, não tem?


Alexandre: Um legítimo ponta-de-lança

 
 
Bola rolando, em ritmo de festa

O Moleque Travesso foi soberano, ainda que a soberania não seja o negócio do time. No primeiro jogo contra o time da casa (Trevosk), a equipe da ASTRESC venceu com propriedade. Nesse ponto, é de bom alvitre relembrar que há muito tempo o Moleque Travesso não perde para o Trevosk, sendo de relevo anotar que, no último amistoso, a equipe da ASTRESC flutuou sobre o time adversário – que nem diz o outro: voou baixo! – e aplicou um 11X3, com direito ao DJ Lucian Silvian no gol e o removido para outro Tribunal Regional Eleitoral Cássio G. na armação. Um espetáculo.


Léo: Apontou, é gol!

 
 
Segundo jogo, um empate muito contestado pelo Trevosk. Explico ao leitor que não estava lá. É que na combinação dos resultados se o Moleque Travesso ganhasse por diferença de gols do Centaurus, o time da casa se classificaria. Não deu. O time do Trevosk ficou na primeira fase. Por decorrência, acusaram o Moleque Travesso de fazer corpo mole, não jogar, etc. Como diz o Miguel Livramento: ” – Espera aí, ô!”

Queriam o quê, o time da ASTRESC se matar de jogar para chegar cansado na semifinal, se já estava classificado.

Pára, né, ô!

Jogo é jogado, lambari é pescado! Cada um faz a sua parte. Se não fez o resultado, não venha querer exigir dos outros. Vamos para o próximo.


Nelson, André e Gonsalo: Zaga à moda antiga, inexpugnável!

 
 
A semifinal foi um jogo com toque refinado e o resultado aconteceu naturalmente (como aquele refrão de pagode), fechando em 4X1 contra a equipe do Roçado.

A final ocorreu diante do Centaurus e o Moleque Travesso não afinou. Meteu 2XO e trouxe o caneco para o e.Tribunal Regional Eleitoral.


Fabiano: Incontáveis desarmes.

 
 
Prá cima deles!

Não teve essa de retranca. O Moleque Travesso foi para cima e colocou a bola na rede. Destaque, no entanto, para a defesa, onde André Bordin jogou um futebol de alto nível. Alexandre, no meio campo, fez uma diferença fundamental. Enfim, todos os jogadores lutaram e conquistaram na raça e qualidade esse importante título.


Boletim de Ocorrência

No término do campeonato, quase no apagar das luzes, quando o capitão do time do Moleque Travesso – esse humilde contador de estórias que aqui escreve – preparava-se para erguer o troféu, ocorreu uma cena digna de um dramalhão mexicano de pior categoria. Desconfiado que um atleta do time da ASTRESC teria idade menor do que a permitida, o organizador do torneio e presidente do Trevosk solicitou a carteira de identidade do convidado Fabiano Bitica. Assim, referido atleta lhe apresentou um Boletim de Ocorrência, porquanto, ao que parece, tinha perdido o documento de identidade. Ato contínuo, em dia inspirado, o presidente do Trevosk quis levar a disputa para o tapetão e resolveu impugnar o Boletim de Ocorrência, afirmando que tal documento não tinha validade jurídica. De imediato, o capitão do Moleque Travesso acionou a Assessoria Jurídica da ASTRESC que contornou o problema e validou a documentação apresentada. Nesse aspecto, salienta-se a manifestação do Presidente Gonsalo que, abeberando-se no célebre advogado Evandro Lins e Silva, fez uma defesa emocionada cuja fundamentação não deixou pedra sobre pedra, pois, dentre outros argumentos, levantou que se dúvida existisse sobre a idade do convidado Fabiano Bitica, então que se consultasse o cadastro eleitoral para o fiel esclarecimento da questão. Por outro lado, na condição de estudante de direito, o jogador Paulinho Mclaren, ainda desacostumado com as lides mais ásperas, seguia atento ao discurso do arguto defensor.


Léo & Paulinho: Dois jovens talentos tais quais Neymar & Ganso

 
 
Por conseguinte, resolvida a pendenga, depois do time do Moleque Travesso apreciar algumas loiras geladas, o capitão recebeu o caneco que lhe foi entregue na cerimônia de premiação.


Corregedoria

O time da Corregedoria também participou do verdadeiramente I Torneio do Trabalho – Masters, mas a atuação não foi bem-sucedida, ficando em último lugar.


Esse poster é pro wallpaper!

 
 
Destaca-se que na montagem do plantel, a equipe da Corregedoria tentou cooptar alguns jogadores do Moleque Travesso. No entanto, prontamente a Diretoria de Desportos e a Assessoria Jurídica da ASTRESC rechaçaram esse expediente, firmando contrato de exclusividade com os atletas.


Por fim

…CAMPEÃO!
 


Comemoração merecida!

 
 (*)A Diretoria de Desportos agradece e parabeniza a todos os campeões, em especial ao Gilberto “Livramento” Kilian, autor das fidedignas e bem escritas linhas acima.

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